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Centros de Informática aproximam tecnologia da população

Publicado em 27 de Outubro de 2011 às 04h11     Texto: Prefeitura Municipal
 
Atenção: você está lendo uma notícia antiga de 27 de Outubro de 2011

Um ranking de cidades digitais elaborado em parceria pela Momento Editorial, empresa jornalística especializada em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e telecomunicações, e pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) apontou Campo Limpo Paulista na 17ª posição, no Índice Brasil de Cidades Digitais, com 318 pontos.

De acordo com o índice, a cidade está à frente de Guarulhos, Mogi das Cruzes e Bauru. O ranking foi elaborado a partir do cruzamento de dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), além de questionário específico respondido pelas Prefeituras que participaram da pesquisa.

O índice foi desenvolvido para medir o nível de digitalização das cidades brasileiras que usam as TICs. Para a avaliação foram considerados critérios tais como: 1) informatização dos órgãos da Prefeitura e o percentual de conexão entre eles; 2) quantidade de locais de acesso público à internet; 3) cobertura para acesso individual tanto por operadoras privadas ou por redes públicas, entre outros.

Vanguarda
O posicionamento de Campo Limpo Paulista entre os 20 primeiros colocados, num ranking nacional com 75 cidades, é resultado de investimentos da Prefeitura. “O projeto de inclusão digital já rendeu a cidade notoriedade no cenário internacional, devido a parcerias como Microsoft, Smart, Intel e Furukawa. Por diversas vezes, ministrei palestras sobre o assunto em países como EUA, Colômbia e Canadá. Agora estamos recebendo o reconhecimento nacional, através de um ranking bastante conceituado”, comemora o prefeito Armando Hashimoto.

Ele destaca, por exemplo, a parceria com a Microsoft que viabilizou a certificação de centenas de alunos dos três Centros Municipais de Informática (CMI) nas unidades Central, Bragantina e Botujuru. Inaugurados em fevereiro de 2007, os CMI’s compõem uma das frentes de ação da Prefeitura para “democratizar o acesso às tecnologias e dar mais oportunidade aos nossos cidadãos”, explica dr. Armando.

“A qualificação profissional é o grande diferencial para quem quer ingressar ou aumentar seu potencial competitivo no mercado de trabalho. As ferramentas tecnológicas têm papel fundamental neste processo”, ressalta o prefeito.

Juliana Teixeira de Oliveira, de 15 anos, é uma das frequentadoras mais assíduas do Centro de Informática – Unidade Botujuru. Como aluna do Ensino Médio na Escola Técnica de Campo Limpo Paulista – Centro Paula Souza (Etec), em Botujuru, a especialidade técnica que pretende cursar é a de Informática para Internet.

A intimidade de Juliana com as ferramentas de tecnologia da informação começou um ano depois da inauguração do CMI Botujuru. Ela recorda que sua matrícula não aconteceu no mesmo ano da inauguração porque não tinha idade suficiente.

Assim que completou 12 anos, em fevereiro de 2008, começou a fazer os cursos disponíveis na unidade e completou a grade curricular. Agora, ela utiliza o CMI para acessos à Internet em média três vezes por semana.

Mais que redes sociais
Ao contrário da maioria dos internautas da mesma faixa etária, Juliana sequer tem perfil nas redes sociais. “Não gosto, porque gera um pouco de dependência”, explica. Ela argumenta que “é melhor ter amizade pessoalmente, fica muito mais verdadeiro”.

Para ela, a Internet atende outras necessidades. “É preciso tirar coisas importantes para aprender, qualquer tipo de assunto”, adianta. Sua preferência é ouvir música, fazer pesquisas acadêmicas, pesquisar a tradução de músicas em inglês. Como fã do Michael Jackson –uma preferência herdada do pai José Marcelino de Oliveira– ela tem na ponta da língua quais os melhores e mais confiáveis blogs e sites que tratam sobre o Rei do Pop.

Sua paixão musical já resultou em um caderno com 200 páginas, 87 desenhos produzidos por ela e 33 músicas com letra original e tradução. Além deste caderno ela já tem outro quase completo. Todo conteúdo extraído da Internet.

Disciplinada no acesso à rede mundial, procura manter o foco na hora de pesquisar. Por isso, sempre chega com um caderninho de anotações. Para os trabalhos escolares ou qualquer outra produção própria ela condena a prática comum do plágio. “Minha parte não é copia e cola, não”, avisa. Criteriosa, além de comparar o conteúdo entre diversos sites, ela pesquisa também nos livros em visitas frequentes à Biblioteca Municipal Assis Chateaubriand e da Etec.

Sua disposição em ler, pesquisar e produzir conteúdo já lhe rendeu o primeiro lugar no 1º Concurso de Redação da Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), realizado em 2008. O prêmio inclui uma biblioteca com mil itens entre livros, CD’s, DVD’s e softwares.

Acesso à Internet
As três unidades do CMI mantém terminais disponíveis para acesso à Internet. Nas unidades Bragantina e Botujuru, é possível utilizar uma hora por dia. Para ter acesso, é preciso fazer um cadastro com a apresentação de RG. O atendimento acontece das 8 às 12h e das 13h às 20h30.

Na unidade Central o acesso acontece por meio do Programa Acessa São Paulo, mantido pelo governo do Estado. Desde o início da operação, em fevereiro de 2010, os usuários têm direito a 30 minutos de navegação que podem ser repetidos de acordo com a disponibilidade de vagas.


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