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Campo Limpo Paulista oferece cursos profissionalizantes

Publicado em 29 de Maio de 2012 às 12h30     Texto: Prefeitura Municipal
 
Atenção: você está lendo uma notícia antiga de 29 de Maio de 2012

Os cursos oferecidos pela Prefeitura em parceria com o Senai são oportunidade para quem está em busca de emprego

Com o mercado de trabalho cada vez mais acirrado, a qualificação profissional é um diferencial na hora de encontrar uma vaga de emprego. Ciente disso, a Prefeitura de Campo Limpo Paulista deu início, neste mês, a 11 novos cursos profissionalizantes certificados pelo Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), que vão de encontro às necessidades do mercado.

Ao todo, são cerca de 300 pessoas fazendo gratuitamente os cursos de assistente administrativo, assistente de Recursos Humanos, almoxarife, desenhista de mecânica, costureira máquina reta e overloque (tarde e noite), mantenedor assistente de microcomputadores, padeiro/confeiteiro, eletricista instalador residencial, operador de empilhadeira, operador de transpaleteira, manicure e camareira – estes dois últimos em parceria com o Senac.

O prefeito Armando Hashimoto salienta a importância de investir na qualificação profissional da população. “Nosso objetivo com os cursos é criar oportunidades para as pessoas se qualificarem e crescerem profissionalmente. E as chances aumentam quando estes cursos são certificados pelo Senai ”, destaca.

Segundo o prefeito, a seleção dos cursos oferecidos é feita de acordo com a demanda do mercado. “São cursos profissionalizantes que visam atender as necessidades das empresas”, observa.

Em busca de uma colocação no mercado de trabalho, a estudante Elaine Maria Moreira de Souza, 16, optou pelo curso de assistente administrativo, no Centro Municipal de Informática da Bragantina. “Estava querendo fazer um curso e soube que a Prefeitura estava oferecendo de graça e me inscrevi. É sempre bom ter um diploma, acredito que vai me ajudar a conseguir ingressar no mercado de trabalho. Além disso, é uma boa oportunidade que a Prefeitura oferece para quem não tem condições de pagar pelo curso”, diz.

A estudante Scarlat Ohana Michelini, 17, também faz o curso de assistente administrativo. “Minha mãe já havia feito o curso de assistente de Recursos Humanos pela Prefeitura e me incentivou a me inscrever. Estou gostando do curso, abrange várias áreas administrativas. É algo a mais para colocar no currículo”, salienta.

O professor do Senai Sandro Pacheco, que ministra o curso de assistente administrativo, informa que a duração é de 168 horas e abrange contabilidade, introdução à informática, expressão e comunicação, rotinas de escritório e matemática financeira. O mesmo curso feito no Senai custa em média R$ 1 mil. “O curso oferece uma boa base para o aluno trabalhar em qualquer empresa, pois ele vai conhecer toda a rotina administrativa. É o mesmo conteúdo e material didático utilizado no Senai, com a vantagem de ser gratuito”, destaca.

De olho no futuro

Considerada pólo logístico do Estado, a Região de Jundiaí oferece muitas vagas de emprego nesta área. Por conta disso, um dos cursos mais procurados no Senai é o de operador de empilhadeira, que também está sendo oferecido gratuitamente pela Prefeitura.

O instrutor Moisés Sérgio de Oliveira Júnior informa que o curso de operador de empilhadeira prepara o profissional para o mercado de trabalho. “O que passamos aqui é o que acontece na empresa.”

Daniela de Oliveira, 22, escolheu o curso de operador de empilhadeira pois futuramente pretende fazer faculdade de logística. “O curso é completo, nota mil, espero conseguir um emprego em breve. Esta oportunidade que a Prefeitura está dando é muito boa”, ressalta.

Alex Delly, 34, é técnico de eletrônica, mas atualmente está desempregado. Ele também está fazendo o curso de operador de empilhadeira em busca de uma colocação no mercado de trabalho. “Muitas empresas exigem conhecimento em empilhadeira e o curso do Senai é muito bom. Assim que terminar, vou levar meu currículo em uma empresa de Jundiaí que tem vagas nesta área.”

Ampliar os conhecimentos e melhorar a empregabilidade são os objetivos do operador de processos Gilson Dare, 38, que também optou pelo curso de operador de empilhadeira. “É importante o profissional estar sempre atualizada e no meu caso, a empresa que trabalho está exigindo este curso”, comenta.

Em busca de uma profissão

A maioria das alunas do curso de costureira de máquina reta e overloque compartilham o mesmo objetivo: ter uma profissão. Segundo a instrutora Itália Franca de Godoy, o curso é focado no mercado de trabalho. “O objetivo é que as alunas saiam daqui e arrumem um emprego como costureira e tenham condições de trabalhar em casa”, assinala.

A dona de casa Lucia Holanda dos Anjos, 53, conta que sempre teve vontade de aprender a costurar e o curso foi a oportunidade que esperava. “Minha intenção é voltar ao mercado de trabalho e quando soube do curso me empolguei em fazer. Tem uma confecção perto de casa que está contratando, quem sabe eu consigo uma vaga?” indaga.

Em busca de uma profissão sólida, a artesã Ester Vieira, 47, se inscreveu no curso de costureira. “Sinto que estou evoluindo a cada aula e espero conseguir um emprego de com carteira assinada quando terminar.”


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