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Campo Limpo Paulista oferecerá auxílio-moradia de R$ 1,2 mil

Publicado em 26 de Janeiro de 2011 às 02h02     Texto: Cajamar NET
 
Atenção: você está lendo uma notícia antiga de 26 de Janeiro de 2011

A Câmara Municipal de Campo Limpo Paulista aprovou, em caráter de urgência, durante sessão extraordinária realizada na manhã desta sexta-feira, 14, projeto de lei, de autoria do prefeito Armando Hashimoto (PSDB), que autoriza a concessão de auxílio em dinheiro a famílias cujos imóveis foram ou vierem a ser interditados pela Coordenadoria de Defesa Civil em decorrência de situação de risco provocada pelas chuvas que castigam a cidade e região desde o início do ano.

De acordo com o projeto, sancionado horas depois pelo chefe do Executivo, o chamado auxílio-moradia, no valor de até R$ 1,2 mil, será concedido para ocupantes de áreas públicas e proprietários ou locatários de áreas particulares.
A garantia do benefício, entretanto, está condicionada a alguns critérios. A renda familiar do cidadão em situação de risco, por exemplo, não pode ultrapassar cinco salários mínimos. Haverá, ainda, a necessidade de um laudo prévio da Coordenadoria de Defesa Civil.

Segundo a lei já em vigor, os proprietários das casas terão de assumir o compromisso de reparar e regularizar os imóveis eventualmente danificados, e a construção irregular terá de ser demolida em caso de ocupar área pública.

A presidente do Legislativo, Marilda de Fátima Amâncio da Cruz (PMDB), explica que o auxílio-moradia será limitado em R$ 70 mil para o exercício financeiro da prefeitura de 2011. “Os vereadores estão atentos aos problemas provocados pelas chuvas e, caso haja um agravamento da situação, vamos colaborar com todas as ações da administração no sentido de amenizar o drama das famílias do município”, diz a vereadora.

Antes da sessão extraordinária, o prefeito Armando Hashimoto e o diretor de Serviços Urbanos, Sergio Amato, vistoriaram áreas críticas da cidade, como o Jardim Marchetti – com risco de inundações, caso persistam as chuvas –, e adotou medidas emergenciais para evitar a repetição de alagamentos em aglomerados urbanos às margens do rio Jundiaí.

Tudo sob controle
Se os números oficiais de mortos e feridos nas tragédias registradas por conta das chuvas assustam e comovem a todos os brasileiros, Campo Limpo Paulista parece ter superado o trauma da tromba d’água que causou dor e prejuízos nos anos anteriores.
Além de ações preventivas e de campanhas de conscientização da comunidade, para o enfrentamento da temporada de chuvas, os fenômenos naturais, na interpretação do prefeito Armando Hashimoto, interferem nas ocorrências registradas.

Para ele, há um equívoco, por parte de especialistas e da mídia, quando se avalia os estragos a partir do volume pluviométrico. “Tivemos menos chuvas e mais problemas, nos anos anteriores, e muito mais chuva e menos problemas, até agora, em 2011. São situações climáticas imprevisíveis. Um litro d’água jogado de um regador e o mesmo litro jogado de um balde causa efeitos diferentes”, avalia Hashimoto.

Da mesma maneira, o prefeito diz que tentar encontrar um culpado pelos problemas – com pesadas críticas ao poder público – não é uma resposta inteligente para os dramas de verão. “O compromisso deve ser de todos. O momento não é de confronto, mas de sensatez, planejamento, fiscalização severa e educação e conscientização da comunidade. As tragédias só ocorrem por haver uma potencialização das situações de risco”, assinala.

O mais recente relatório divulgado pela Coordenadoria de Defesa Civil de Campo Limpo Paulista aponta que, do início do ano até agora, foram registradas cerca de 70 atendimentos no Centro, Conjunto São José e arredores e Distrito de Botujuru. Neste período, 15 imóveis, em situação de risco, foram interditados parcialmente, e outros 15 foram isolados totalmente.


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